Celestino Ruivo, reconhecem? Aquele grande divulgador, investigador e criativo dos Fornos Solares em Portugal, que já esteve na Salina Eiras da Casa do Sal a dinamizar uma Oficina de Fornos Solares?
Desta vez foi à salina Eiras Largas, com a família e amigos recolher Salicórnia.
Apresentamos as fotos tiradas da sua passagem pela salina Eiras Largas. Foram tiradas por eles e pelos seus acompanhantes. O pequeno vídeo também é dele.
Duas curiosidades:
- Sabiam que o Celestino Ruivo é do Paião, uma Freguesia da Figueira da Foz, que fica perto da Salina Eiras Largas?
- E que o sogro cultiva arroz no Baixo Mondego e que vai disponibilizar para o Agricabaz arroz descascado numa azenha perto do Mosteiro de Seiça? O AgriCabaz aceita pedidos deste arroz carolino.
Recolha e degustação de Salicórnia no Ecomuseu do Sal da Figueira da Foz | 15 de Agosto de 2008
Jörg Helms a degustar uma Tapa Eiras Largas, enriquecida com salicórnia fresca e Queijo da Queijaria do Jorumelo de Legacão (Rabaçal).
José João Rodrigues (Salina Eiras Largas), Jörg Helms (Escola do Riso), Sónia Pinto (Câmara da Figueira da Foz) após recolha de salicórnia na Salina do Ecomuseu do Sal da Figueira da da Foz.
As vantagens da salicórnia numa reportagem da Globo Repórter
Uma terra de contrastes, com ilhas, mar, águas quentes e até neve. Assim é Santa Catarina. Mas a equipe do Globo Repórter seguiu a rota de uma outra riqueza, um tesouro guardado em Itajaí, a 90 quilômetros de Florianópolis. Nossos repórteres entraram no que os pesquisadores chamam de Banco de Germoplasma. O nome parece complicado. Só parece, porque o banco é mesmo uma enorme horta de plantas medicinais, uma farmácia viva.
Na área de 5 mil metros quadrados, a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) mantém mais de mil espécies de plantas.
"Na verdade, nós temos um arsenal de plantas que poderão tratar pelo menos umas 200 doenças que o ser humano já conhece, justamente porque o número de espécies é grande e cada espécie tem várias atividades diferentes", diz Amaury Jr., engenheiro agrônomo da Epagri.
E nesse arsenal tem novidades para os hipertensos, portadores de doenças cardíacas e renais. Está saindo do forno a pesquisa que pode revolucionar os hábitos alimentares e a saúde do brasileiro. Galhinhos secos, depois de triturados, se transformam em um pó. São de uma planta que pode substituir o sal de cozinha.
Amaury Jr. Diz que o pó pode ser usado como sal na comida. "A planta tem um sabor salgado suave, que não causa problemas, com todas as vantagens de um sal light. É salgado na dose adequada, para não causar nenhum problema à saúde do ser humano e com todas as vantagens que o sal poderia ter em termos de micronutrientes e outros componentes", explica o pesquisador.
Vantagens do sal verde que os pesquisadores já têm confirmação científica.
"As principais atividades da planta são ação antioxidante, imunoestimulante, protetora de tumores, diurética e repositora eletrolítica. Seria totalmente benéfico substituir esse produto pelo sal porque a pessoa ganha em saúde. Ela não vai ter tanto problema de hipertensão arterial. Ao mesmo tempo, a planta evita o envelhecimento precoce das células. O sal comum leva as pessoas a terem um envelhecimento mais precoce de células", ressalta Amaury Jr.
Esse novo sal nasce, literalmente, da terra. Uma planta rara encontrada por acaso, perto de área de mangue em Santa Catarina. Uma das responsáveis pela descoberta é a produtora de ervas Cecília Cipriano Osaida, a Ciça, que observa a natureza sempre com muita curiosidade.
"Nós levamos essa planta para ver do que se tratava e descobrimos que era a erva de sal, a salicornia", conta Ciça.
Foi uma surpresa. O incrível é que a erva é da família da beterraba e absorve o sal do mar, que está logo ali.
"Essa planta é famosa na Europa. Nós não fazíamos nem idéia de que tínhamos essa planta no nosso litoral", diz Ciça.
O grande desafio agora é saber como ela pode ser produzida em quantidade para chegar à mesa do consumidor. Uma prova das infinitas possibilidades das plantas brasileiras.
Numa parceria com a D. Preciosa de Casal de Stº Amaro, Penacova, estão disponíveis na Mostra de Produtos das Salinas no Museu do Sal da Figueira da Foz, a partir do dia 13 de Agosto, tremoços de Agricultura Biológica, temperados com o Sal para grelhados | Casa do Sal. Sendo a primeira vez que fazemos esta experiência, vamos tentar que os sabores do Sal para Grelhados |Casa do Sal penetrem no tremoço conferindo os sabores. Se assim acontecer este tremoço será melhor para a saúde uma vez que evita a colocação de sal depois de cozido.
Durante o mês de Agosto o Museu do Sal da Figueira da Foz vai apresentar aos visitantes os produtos das Salinas da Figueira da Foz. Esta Mostra resulta de uma parceria entre a Câmara da Figueira da Foz e a Salina Eiras Largas, localizada em Lavos.
O impulsionador e dinamizador da Salina, é José João Rodrigues, que é também proprietário da loja Agricabaz em Coimbra, e foi durante vários anos Agente de Desenvolvimento em Seia, Gouveia e Oliveira do Hospital.
Pode por isso dizer-se que o Zé João trocou a Serra pelo Mar e quem ficou a perder foi a Serra.
Os visitantes estão a observar um ninho de Borrelho de Coleira Interrompida na Salina Eiras Largas, Figueira da Foz.
As Semanas de Férias Culturais são uma organização da BASE-FUT e do CFTL. Contactos: R. Maria (aos Anjos), 15 1170-208 LISBOA Tel 351 21 8120 720 basefut@mail.telepac.pt
O Saleiro em madeira é o mais apropriado para o Sal Marinho Integral. Guardando o Sal Marinho Integral num saleiro de Madeira, este permite que o sal "respire": Quando a humidade do sal se vai concentrando no fundo do saleiro a madeira, por ser porosa, absorve a humidade que vai evaporando. Este Saleiro, feito em Moimenta da Serra segundo um modelo tradicional de saleiro, está à venda na Loja do AgriCabaz em Coimbra.
Poderá ser enviado pelo correio. O preço do saleiro é de 15€, acrescidos dos portes de correio.
Pedidos: agricabaz@gmail.com Tel 239 405 446 R. Qtª das Fonsecas, Lote 4, Loja 2 3030-243 COIMBRA
Saleiro tradicional. Museu Etnográfico de Meruge, Oliveira do Hospital Restaurado por Carlos Manuel Barreiros José
Salicórnia da Casa do Sal | Salina Eiras Largas num vídeo realizado por Fernando Martins
Jorg Helms e Teresa Pina visitaram a Salina Eiras Largas para se aperceberem do modo de produção do sal, da salicórnia e da sarcocórnia. O objectivo, é começar a utilizar estes recursos da Salina Eiras Largas nas massagens incluindo a argila. Jorg Helms é Terapeuta de Massagem e Hipnose, Mestre de Reiki, Programador -Neuro-Linguístico e Professor de Yoga do Riso. Teresa Pina é aromaterapeuta e tem um Gabinete em Coimbra, "Alquimia dos Sentidos" .
Jörg Helms a observar a flor de sal na Salina Eiras Largas
Teresa Pina a colher sarcocórnia na Salina Eiras Largas
Provas da Salina Eiras Largas na "Simplesmente Gourmet" no dia 11 de Julho de 2008
A Salina Eiras Largas associou-se a uma sessão de degustação que decorreu da "Simplesmente Gourmet" situada na Urbanização Quinta de S. Jerónimo em Coimbra. Na imagem, à direita, a proprietária Liliana Leite observando como se elaboram as Tapas Eiras Largas com o Sal para Grelhados, picante e sem picante, diluído em Azeite da Quinta da Ribeira de Lodões com 0,3 de acidez. Na ocasião foram abertas inscrições para as Visitas Guiadas às Salinas Eiras Largas | Casa do Sal. Nestas visitas as pessoas poderão aprender a "rer"* além de ficarem a conhecer todo o percurso da água do mar, desde o momento em que se faz a primeira retenção até às "praias" onde se faz o sal. Sendo possível os visitantes também aprendem a colher flor de sal, assim como salicórnia e sarcocórnia.
*expressão tradicional que significa recolher o sal
- 1 galinha - 4 kg de sal marinho puro (ou preparar uma massa em volume adequado com 1 kg de sal grosso e a massa de 2 kg de farinha de trigo e água)
Preparação:
Forrar com papel de alumínio o fundo e os lados de uma panela grande de ferro. Colocar no interior uma boa camada de sal marinho puro (ou a massa de sal grosso). Colocar no centro a ave com o peito para baixo. Cobrir completamente com o resto do sal (ou a massa do sal grosso), dobrar o papel de alumínio sobre ela para fechar tudo. Levar a panela ao forno muito quente (250 º a 280 º C) durante 1 hora e 15 minutos.Para servir, desenformar sobre uma travessa o bloco de massa de sal que se formou. Tirar o papel de alumínio, quebrar o bloco e assim deverá estar dourado no ponto.N.B. Aromatizado principalmente pelo iodo que se encontra no sal, o seu sabor é incomparável e a carne das mais suculentas.
Os miúdos da galinha, pontas da asa, pescoço, os pés, a moela e o fígado são ingredientes utilizados à parte como pequenas entradas:- Patê de Miúdos;- Geleia Salgada
Identificação Os borrelhos são limícolas de pequenas dimensões e que têm o hábito de alternar alguns passos com pequenas paragens de “observação”. O borrelho-de-coleira-interrompida é acastanhado por cima e branco por baixo. Apresenta uma coleira incompleta. As patas pretas e a ausência de coleira completa em todas as plumagens permitem distingui-lo do borrelho-grande-de- coleira e do borrelho-pequeno-de-coleira. Fonte: Aves de Portugal.info Mais informações sobre o Borrelho-de-coleira-interrompida: Aves de Portugal
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